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Diário de Campo

Um blog que junta o entusiasmo pela fotografia com o fascínio pela Natureza. O objetivo é continuar a aprender através da observação e partilha.

Diário de Campo

Um blog que junta o entusiasmo pela fotografia com o fascínio pela Natureza. O objetivo é continuar a aprender através da observação e partilha.

Gavião-da-Europa

Uma espécie de ave rapina que, segundo o Aves de Portugal, pode ser difícil de avistar, uma vez que  habita e caça em zonas de florestas densas. Cheguei a observar um exemplar em 2021, na zona de Sagres, mas gostava de conseguir avistar e fotografar esta espécie mais de perto. Pelas fotografias que fui vendo de outros, parece ter uma belíssima plumagem, sobretudo em voo e contraluz.

Pica-Pau-Malhado

Já foi avistado uma dezena de vezes em Lisboa, uma delas no Parque Florestal de Monsanto, onde costumo fazer caminhadas. Embora julgue já ter escutado o seu matraquear no tronco das árvores (mais um objetivo para 2022: desenvolver as minhas competências ao nível da identificação das aves através do seu canto, ou dos seus ruídos), não tive a sorte de avistar esta ave por lá (ou em qualquer outro lado). A sua plumagem com tons de encarnado é muito distintiva e tenho a certeza que está na lista de desejos de muitos amantes de aves avistá-la ao vivo. Segundo o Aves de Portugal,  trata-se de uma ave residente em Portugal ao longo do ano, sendo mais comum em zonas florestais.

Melro-de-Colar

Espécie migradora que é vista apenas de passagem e, mesmo assim, só raramente, em Portugal, de acordo com o Aves de Portugal. Depois do pombo, o melro é provavelmente a ave que avisto mais vezes das janelas cá de casa. Apesar disso, continuo a prestar-lhe atenção e penso que é aí que reside parte do meu interesse neste melro-de-colar, que se diferencia por apresentar, como o nome indica, uma mancha branca no peito, e não ser todo preto.

Coruja-do-Nabal (qualquer coruja, mocho ou bufo, na realidade)

É a minha maior fonte de angústia como aspirante a naturalista: até hoje, creio que ainda não vi um mocho, uma coruja ou um bufo em estado selvagem (pelo menos, nos últimos anos, desde que presto mais atenção). Se só pudesse escolher uma ave nova para avistar, seria, certamente, alguma destas espécies. A Coruja-do-Nabal é uma espécie invernante em Portugal, que prefere as zonas húmidas do centro e sul, e destaco-a por ter muitos avistamentos no iNaturalist e no Flickr, onde também sigo alguns fotógrafos da Natureza.

Charneco

Uma ave da família dos corvídeos, com cerca de 31-35cm de comprimento. Destaca-se pela sua elegante cauda azul. É uma espécie comum em Portugal Continental, garante o Aves de Portugal, embora a sua presença seja descrita como "ubíqua" no Algarve. Foi lá que tive a oportunidade de a avistar pela primeira vez, em 2021. Gostava de ter uma segunda oportunidade para fazer uma fotografia um pouco melhor.

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