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Diário de Campo

Um blog que junta o entusiasmo pela fotografia com o fascínio pela Natureza. O objetivo é continuar a aprender através da observação e partilha.

Diário de Campo

Um blog que junta o entusiasmo pela fotografia com o fascínio pela Natureza. O objetivo é continuar a aprender através da observação e partilha.

É o filme que marca o meu regresso definitivo (já tinha entrado numa sala de cinema 1 ou 2 vezes no último ano) ao cinema, e é tão espetacular quanto bonito, com o detalhe fantástico de ter sido filmado numa paisagem que o público nacional reconhece: o montado ibérico. Gostei tanto que escrevi um pequeno artigo de opinião sobre o documentário, realizado por Joaquín (...)
Já a tinha avistado duas ou três vezes, só que parece ser uma ave consciente do seu encanto, que não dá tempo para se deixar fotografar em movimento ou repousada. O meu primeiro golpe de sorte aconteceu há duas semanas, durante a caminhada que fiz em Belver. O resultado final não é grande coisa, mas já é algo que posso mostrar. Segundo a Wikipédia, pode pesar entre 34 e 45 gramas, o que deve ajudar a (...)

O abelharuco

O passadiço de Alamal, na margem sul do Tejo, junto a Belver. Passei algumas vezes nos últimos meses de comboio pela região do Médio Tejo, e fui acalentando o desejo de percorrer os vários passadiços e caminhos que vão acompanhando o curso do rio. Em junho, aproveitei um sábado (ainda sem o excessivo calor dos últimos dias) para madrugar, apanhar um comboio e caminhar um pouco junto ao Tejo, entre Belver e Alvega-Ortiga. Comecei a caminhada em Belver, onde cheguei pouco depois (...)

O Assobiador de Águas de Moura

É um "primeiro" aqui, falar de árvores, mas já estava na hora. A honra cabe ao sobreiro "Assobiador", que pode ser encontrado em Águas de Moura, freguesia de Marateca, no concelho de Palmela: Com idade estimada de [238] anos, o Sobreiro monumental de Águas de Moura, também conhecido como “casamenteiro”, tem mais de 16 metros de altura, um perímetro superior a 5 metros na base e uma copa impressionante, que alberga muitas espécies de aves. Desde 1820, foi descortiçada mais de (...)
Para fazer as coisas um pouco diferentes desta vez, dispenso a fotografia e começo com literatura: "– O plano é o seguinte: agora vamos até Gvozdevo. No pântano de Gvozdevo há narcejas por todos os lados e para lá de Gvozdevo há uns belos pântanos de galinholas, e também aparecem narcejas. (...) – Há pouco espaço para três. Eu fico aqui – disse Lévin, esperando que eles não encontrassem nada além de alguns abibes que os cães levantaram e que, oscilando no voo, (...)
09 Jan, 2022

A minha ave do ano

A águia-d'asa-redonda

Antes de mais, porquê escolher uma ave do ano? Porque não resisto a listas e o final do ano é a altura em que os listomaníacos como eu saem de debaixo das pedras... Nessa linha, eis um pequeno balanço do meu ano a observar e registar avistamentos de aves no inaturalist: 224 observações de aves no total, de 77 espécies diferentes;a ave mais observada, 20 vezes, foi a águia-d'asa-redonda;seguida da garça-real, com 15 (...)

O colhereiro

O colhereiro é outra ave cuja existência desconhecia até a avistar ao vivo e ficar admiradíssimo com o seu bico, em forma de colher, precisamente. O primeiro avistamento foi em julho, e mais recentemente em setembro e novembro, no estuário do Tejo. A fotografia acima é da semana passada, e foi tirada no observatório de aves da Lagoa Pequena. De todas as vezes que o vi em terra, o colhereiro usava o seu inusitado bico em forma de colher (ou espátula) para peneirar o fundo do rio e (...)

A garça-vermelha

Avistei-a em julho deste ano, a sobrevoar o Tejo, junto à Póvoa de Santa Iria, e reconheci imediatamente que não se tratava da "habitual" garça-real (muito embora uma garça-real tenha muito pouco de habitual ao nível da sua envergadura e beleza): mesmo a uma grande distância, era possível distinguir algumas manchas ruivas na sua plumagem cinzenta. Segundo o Aves de Portugal, trata-se de uma ave migradora, que (...)

A ave mais elegante da Área Metropolitana de Lisboa

O seu smoking branco e o bico recurvado tornam-na numa das aves mais elegantes e imediatamente reconhecíveis no estuário do Tejo. Avistei-a, pela primeira vez, em janeiro de 2020, no perímetro do EVOA (Vila Franca de Xira), e voltei agora a vê-la junto à zona ribeirinha da Póvoa de Santa Iria, que se tornou um dos meus locais preferidos para passear junto ao Tejo.  Segundo o inaturalist.org (...)